quarta-feira, 25 de abril de 2012


Toca o telefone
Adriana: - Alô?
Pedro: - Quem fala?
- Adriana.
- Oi Adriana, tudo bem com você? É Pedro quem está falando.
- Oi Pedro, tudo bem e você? E sua família como está?
- Bem, quer dizer mais ou menos. Minha família está bem, graças a Deus. Estou ligando para contar um fato que ocorreu no meu prédio e que me chocou muito.
- É? O que houve?
- Ontem pela manhã, ao acordar, ouvi a campainha tocar e fui atender a porta, quando então deparei com um cadáver, fiquei apavorado porque não tinha mais ninguém no corredor.
- Nossa Pedro, que horror, se fosse comigo nem sei como reagiria. E daí?
- Chamei a polícia e tive que ir até a Delegacia relatar o fato.
- E você reconheceu o cadáver?
- Não sei quem era, o corpo foi para o IML para ser identificado, pois estava sem documentos.
- Nossa! Que coisa horrível isso que aconteceu.
- É, nunca imaginei passar por uma situação como essa. Mas fazer o que, não é? Bom preciso desligar agora. Um beijo, tchau.
- Certo, um beijo também e qualquer coisa pode me ligar, tá? Tchau.
- Tá bom, tchau.

Adriana de Andrade Costa
Diretor de Escola

terça-feira, 24 de abril de 2012


Uma Conversa Telefônica Entre Dois Amigos

Toca o telefone.
Marcia: Alô?
Renato: Quem fala?
- É a Marcia, Renato! Desculpa te ligar a essa hora mas aconteceu uma coisa e eu não sabia a quem recorrer!
- Mas, o que foi que houve Marcia?
- Encontrei um homem morto na porta de casa! Desculpa se estou falando rápido demais, mas é que estou nervosa!
- Então fica calma, Márcia! Você esta sozinha agora? Chamou alguém para ficar contigo?
- Tô com minha vizinha aqui, a Marcela, e já chamei a polícia também! Mas tô com medo, Renato! Eu estava no banheiro quando ouvi a campainha e vim ver quem estava chamando. Daí encontrei o homem caído na porta! Deve ter sido ele mesmo quem tocou a campainha, antes de morrer.
- Márcia, escuta! Fica calma! Assim que a polícia chegar, você vai se sentir mais tranquila. O importante é você não ficar sozinha. Tô indo aí, ta bom?
- Ta bom, Renato!
- Então, tchau, Marcia!
- Tchau, Renato.

RENATO FERREIRA DE BRITO - PROFESSOR DE HISTÓRIA - COORDENADOR PEDAGÓGICO - EF II  

terça-feira, 17 de abril de 2012

A leitura como alvo de conquista e entretenimento.




A leitura ajudou muito na minha desenvoltura como pessoa e profissional. Ler é uma atividade simples que nos leva a caminhos diversificados, já que a leitura pode abordar inúmeros assuntos com as mais diferentes finalidades.
Crônica e romance são em minha opinião os gêneros mais fascinantes que são envolvidos por criações fantásticas, mistérios e muitas vezes desafios que de várias maneiras, podem ser comparados aos fatos e acontecimentos reais.
Apesar das preferências leio também revistas científicas, jornais e livros didáticos.
“A leitura é a viagem de quem não pode pegar um trem.” (Francis de Croisset).

Dejiani M. Paladino - Professora.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Esta é a grande viagem!

Olá pessoal!

Uma  viagem que não acaba nunca.....

" Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse: “Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre."

de  JOSÉ SARAMAGO


Espero que todos participem e aproveitem este espaço de interação.

 ¤°.¸¸..´¯`»Katty Rasga

Para gostar de ler


Cada vez mais a leitura torna-se importante em nossas vidas, mas conheço muita gente que parece ter aversão aos livros. Uma dica é escolher o livro certo: se não gosta de histórias de amor não vale a pena ler Romeu e Julieta. Se não gosta de livros policiais, não leia O Código da Vinci. Se não gosta de fantasia, não leia O Senhor dos Anéis. Para quem quer começar a adquirir o gosto pela leitura das palavras o ideal é procurar um tema que seja do agrado. Ler é um prazer e não um trabalho forçado. Lembro da Coleção Cachorrinho Samba, A Montanha Encantada e A Mina de Ouro de Maria José Dupré que adorei ler quando criança e desde então adquiri o gosto pela leitura. Ensinar a gostar de ler é uma das principais contribuições que um educador pode dar à sociedade.
Adriana de Andrade Costa
Diretor de Escola

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Primeiros Anos de Leitura



Das minhas recordações sobre experiências pessoais significativas sobre leitura, sobretudo, sempre rememoro dois momentos: o primeiro, ocorreu na 5ª Série, na EEPSG "Dona Genoveva Junqueira", na aula de Português do Professor Francisco, hoje aposentado e conhecido por "Chiquinho". Fazíamos a apresentação de livros da coleção "Vagalume" para os colegas e o meu livro era "A Ilha Perdida", de Maria José Dupré, cuja leitura fiz com gosto, gosto esse que me levou a ler quase toda a coleção, que ano a ano ia crescendo, na época. Pois bem, fizemos as apresentações. E fiquei feliz com o resultado, tanto quanto um aluno extremamente tímido, como eu na época era, podia ficar. Mas na saída, pois aquela tinha sido a última aula, um de meus colegas, o Márcio, chorava. Fiquei consternado com a cena. E jamais me esqueço dela. O segundo momento significativo, foi quando eu descobri os quadrinhos, em meados dos anos 1980. Meu primeiro gibi foi "Almanaque do Capitão América", da Editora Abril, de 1982. Ao comprá-lo, me apaixonei. E, enquanto estudava na "Genovena", procurava adquirir meus gibis favoritos na Banca perto do "Triângulo do Ribeiro", um cruzamento de ruas em forma de triângulo, onde seu Tomás tambem praticava o  o "ofício" de "apontador" de jogo do bicho. Eu adorava ir até lá e ver se tinha chegado minha edição, muito desejada mesmo, da revista Transformers, da Editora Globo.  Assim, desde cedo, o prazer da leitura me dominou. E tenho certeza que minha decisão por me tornar professor de História sofreu, fortemente, a influência dessa minha condição de leitor interessado e curioso. Além de, em primeiro lugar, o apoio de meus pais, ambos com uma instrução ínfima mas muito ciosos da educação dos filhos. 
 

Renato Ferreira de Brito - PEB - II - História - Coordenador Pedagógico - EF - Ciclo II